domingo, 9 de outubro de 2016

Review da cerveja Remorso

 

Eu estava e bobeira neste domingo de manhã e, como bom alcoólatra, resolvi experimentar alguma cerveja nova. Como ia beber só uma garrafa, escolhi uma da mesma linha da Inocência, uma excelente nacional que eu fiz o review aqui também.

Desta vez, peguei a Remorso, uma russian imperial stout forte e escura, de 9% de graduação alcoólica e que harmoniza com carnes assadas, queijo grana padano e petit gateau, segundo a Krug Bier. A temperatura ideal é de 7 graus e tem amargor IBU 54, também segundo eles.

  • Apesar de escura não é muito doce, tem um leve sabor de café.
  • Balanceia o amargor de modo a descer bem suave. Começa doce mas acaba deixando a boca levemente amarga depois.
  • Tem muita espuma, mesmo bem gelada. Tem que servir com cuidado pra não virar sorvete.
  • O aroma é bem suave. Não sei se é pq meu nariz estava ruim, mas quase nem senti cheiro, apenas um leve aroma que remete ao próprio sabor da birita.
No geral, vale a pena. Achei a Inocência ainda melhor, mas pra variar, foi uma boa compra. O preço é alto mas está na media para cervejas deste tipo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Review da cerveja Inocência



Hoje, pra fazer a review da cerveja Inocência, vou estrear um estilo novo de resenha de cerveja aqui, neste blog.

Vou usar o modelo que o Facínora me ensinou e ele está usando lá no conteúdo que está sendo preparado para o Bolonha Club. Ao invés de falar se a  é boa e outros critérios subjetivos, ele separa em tópicos pra classificar e caracterizat a birita em aspectos distintos, pra ter uma idéia melhor da bebida.

A cerveja Inocência é uma das minhas brasileiras preferidas. Uma trippel que se apresenta como forte, era de alguma dessas cervejarias artesanais pequenas que pipocaram por aí mas foi comprada pela Krug, embora eu tenha tomado a original dela. Tem teor alcoólico de 8,0% e, se o cara não está acostumado é capaz de ficar meio tonto só com uma dela.
  • Ela tem a cor alaranjada clara mas fosca.
  • Apresenta cheiro de cerveja mesmo, de malte etc. e sem o maldito aroma cítrico.
  •  Tem o sabor que parece adocicado, mas não é uma cerveja doce. Ele acompanha o aroma, ficando na boca, no fim.
  •  A cerveja tem bastante espuma, é encorpada sem ser pesada e não fica melando na boca.
O preço é que é meio salgado, mas enquanto o governo estiver ferrando os impostos nas importadas, os produtores nacionais vão aproveitar da reserva de mercado. E o consumidor continuar se f*dendo.

sábado, 28 de maio de 2016

Carvão bom pro seu churrasco (com sugestão de marcas)


 Este é um artigo que eu estava para fazer já tem um tempinho mas fiquei enrolando, embora seja simples e tenha um objetivo igualmente simples: indicar marcas boas de carvão e ajudar o seu churrasco.

Outro objetivo deste artigo é ajudar o Facínora, complementando uma publicação do seu projeto paralelo, o Bolonha Club, que vai tratar destes e outros assuntos úteis na vida de um homem. Claro que tem mulheres que fazem churrasco, mas praticamente todo homem assa (ou acha que assa) uma carne na brasa.

Mas então, o churrasquinho, algo relativamente simples de fazer e que oferece o seu intrínseco clima agradável (cervejinha, resenha etc.), é sempre uma da opções masculinas para cozinhar, visto que é muito difícil ficar muito ruim e não precisa de muito capricho. Entretanto, entre não ficar ruim e ficar bom, existe um mundo de diferença. E uma das coisas que fazem a diferença é o carvão.

Peça indispensável no churrasco, evidentemente, o carvão tem que ter três características, na minha opinião, para ser considerado bom: durabilidade, potência (para gerar calor) e estar seco.

Durabilidade é importante pois o carvão tem que atingir uma certa temperatura sem virar cinzas. Há quem diga que o fogo já tem que ser aceso uma hora antes de colocar a carne de boi. Imagina você desperdiçando aquela picanha caríssima num fogo rola cansada? Você pode até colocar mais carvão para compensar, mas vai ter que esperar ele pegar também. Sem contar que pode entupir a churrasqueira.

A potência, para mim, tem que ser forte. Carvão bom é aquele que você coloca a mão perto da altura da grelha e sente a sua mão queimando em 1 segundo. Claro que daí a atenção é redobrada para não queimar os bagulhos, especialmente o danado do pão de alho. Outra coisa a observar é a quantidade de carvão que você deverá meter na churrasqueira é menor do que o carvão genérico comum ou ruim. Se colocar muito, fica impraticável de mexer na parada, a não der que você tenha luvas de amianto ou algo do tipo.

a questão de estar seco pode parecer óbvia, mesmo porque não creio (embora também não duvidaria) que alguém venderia carvão úmido. Porém, vale a pena observar onde você guarda o material ou onde ele é oferecido pra sua venda. Ele tem que ser estocado de modo a impedi-lo de absorver umidade e tal. Carvão molhado é uma desgraça. Difícil para acender e mais difícil ainda de esquentar. A não ser que você for doente mental como o Facínora, que conseguiu acender churrasqueira com carvão literalmente encharcado, você vai querer manter este combustível, seja ele de qualquer marca, em um lugar que o mantenha seco.

Pois bem, agora vamos ao que interessa: as marcas de carvão.

Santa Branca



O Santa Branca é a minha marca preferida. Fácil de pegar fogo, produz muito calor e dura bastante. Encontro ela em BH vendendo em farmácias da rede Araújo e no Mercado Distrital do Cruzeiro. É bem provável que venda em outros lugares também, pois muita gente também reconhece sua qualidade.

Carvão Tropical


Este carvão apareceu lá na casa da minha avó. Não sei quem comprou, nem onde, mas achei este carvão de qualidade como o Santa Branca. Eu acho que ele não é de Minas Gerais. Se o saco ainda estiver lá, vou averiguar e atualizo aqui.

Carvão Mandabrasa


Mesma coisa do Tropical. Também apareceu por lá e achei de boa também. A vantagem da foto acima é que já tem até o telefone caso você queira comprar etc.