segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Sobre As Baladas


Resolvi escrever este texto ou artigo depois que vi umas discussões sobre o assunto. Não é um conto e certamente foge do assunto deste blog, mas como é meu espaço pessoal, resolvi tentar dar uma visão razoável sobre o assunto e exercitar o cérebro.

O texto cita experiências pessoais tanto do autor como da maioria das pessoas que se envolveram em tais debates, portanto, não têm pretensões de generalizar, nem totalizar todas as baladas que existem no Brasil e no mundo, obviamente. Se você conhece alguma balada verdadeiramente maneira, sinta-se livre para discordar do texto.

Balada É Muito Gasto Para Pouco Retorno


Ora, que o homem solteiro é maltratado em baladas é fato. Se paga uma fortuna para entrar em um lugar lotado para ser mal atendido enquanto se fica vendo mulheres e casais entrando na frente. Se a maioria dos baladeiros pensasse, concluiria que é um absurdo essa discriminação, pois o homem solteiro é sempre quem sustenta o lugar, por pagar mais tanto na entrada quanto no que consome no lugar, de modo geral.

Em comparação com a minha época de balada, embora eu tenha pegado uma parte disso que estou a descrever também, posso dizer que piorou bastante. Antes, o preço era mais ou menos igual para homens e mulheres, dava um pessoal mais bonito, elas não faziam tanto cu doce (muitas vezes até você já sabia quais que davam para pegar, logo de cara). Também, meus amigos e eu jamais ficávamos pagando coisa pra mulher desconhecida ou pagando de magnata pegando garrafa de whisky ou vodca (que correm o risco de ser adulteradas ou falsificadas) só pra oferecer para alguma qualquer que provavelmente ainda vai tirar onda com a tua cara. Pelo contrário, muitas vezes a gente chegava de carrinho mil e pegávamos umas minas da nata, ao contrário de hoje em dia, que dá cada pé vermelho achando que é patricinha. Eu realmente fico abismado quando vejo moleque falando que faz fica pagando bebida para uma baranga qualquer, que não valeria o preço da garrafa inteira no supermercado, se formos colocar no papel...

O problema disso tudo é o seguinte: balada é lugar pra pegar mulher. Convenhamos... Mesmo que não tenha pegação em alguma boite zeroula, ou que não seja o objetivo “oficial” da noitada (aniversário, despedida, etc.), os caras sempre vão com esta intenção. Ou você, homem, vai falar que você sai para dançar e se rir com os seus amigos? Se for este o teu caso, existe outro tipo de balada mais interessante para você.

Mas, voltando ao assunto, lembro-me que a gente pagava tipo uns 15 conto, independente do sexo para entrar, e tinha muito mais mulher, mais mulher bonita e menos cu docenta. Até em festivais, a gente ia de povão e a qualidade era muito melhor do que seriam as áreas VIPs atuais, se não os camarotes. Claro que pode ser argumentado que a conjuntura era outra, a inflação não tinha reaparecido, não existia tanta rede social com tanto mangina enchendo bola de baranga meia-boca e outros fatores. Mas se era assim antes, com o mesmo preço e dava mais mulher, porque as casas noturnas começaram a dar promoção para atraí-las? Eu não vejo motivo além de aumentar os lucros, atraindo ainda mais homens para os locais.

Isto pode ser explicado pelo fato de que os homens vão atrás de mulher, e gastam mais em geral. Daí as casas noturnas aproveitam e criam promoções que, aparentemente facilitariam a entrada de mulheres no local, mas só servem para atrair mais machos (palavras das próprias). Ou seja, além de entupir de homem achando que vai ter só o mulheril só porque elas entram mais barato ou de graça, ainda as deixam se achando demais,  como se estivessem fazendo favor de dar sua presença no estabelecimento. Aí elas ficam pagando de gatonas e dando cortada em uns caras que, numa situação normal, deveriam levantar as mãos para o céu só de serem cumprimentadas por eles, mas, no entanto,  não é incomum elas ridicularizarem estes pangarés, falando que beberam de graça enquanto estavam dando moral para algum cara além do alcance delas. É interessante que daí que vem aquele papo que tá faltando homem no mercado, pois essas querem sempre os que elas não podem ter, pois alguém pôs na cabeça delas que elas são melhores do que são. Não seriam estes os mesmos que ficam pagando coisa para elas, enchendo-as de elogios nas redes sociais e tudo mais? É algo a se pensar, mas isso é outro assunto.

Em outras palavras, os homens nas baladas simplesmente ficam passando por situações desgastantes para ter pouca oferta de mulher, que ficam achando que tem o rei na barriga, são ridicularizados pelas mesmas e, ainda por cima, pagam caro para isso.

Se isso não é fazer papel de trouxa, nada mais será.

A solução seria parar de ir às baladas. Uma espécie de greve mesmo. Ou pelo menos não ir nestas que deixam os caras esperando feito patetas na rua, enquanto as mulheres entram na frente e que ficam cobrando preços exorbitantes para os homens enquanto elas pagam mixaria.

Considerações Finais


Alguns podem perguntar onde você vai socializar, como se não existisse outros lugares sociais além de boites. Mas existem clubes, bares tipo pubs, igrejas, festas particulares e outros espaços onde você pode distrair e conhecer outras pessoas. Concordo que tais ambientes não estimulam a pegação como uma balada, porém, em primeiro lugar, o homem que é determinado e não tem medo do sexo oposto, conhece mulher em qualquer lugar, até em supermercado ou na fila do banco. Em segundo lugar, e mais importante, para que resumir a vida em pegar mulher? Concentre-se em seu crescimento pessoal, seja profissional ou físico. Aproveite para economizar um dinheiro com as baladas que você deixar de ir, acordar cedo no final de semana e preservar sua saúde, indo para a academia ou fazendo algum curso, sei lá. Te garanto que isso é só lucro e mulher vai aparecer cedo ou tarde.

Outros podem falar algo do tipo “como um cara que escreve num blog que só tem nerdagem tem autoridade para falar sobre panhá mulé”. Bom, primeiro que eu não dou a mínima para o que você vai pensar de mim. Segundo que eu não tenho como provar esta “capacidade” e nem quero, mesmo porque pegar mulher não torna ninguém melhor ou pior. Aliás, mulher é tão fácil que até pobre tem.

9 comentários:

  1. a merda que é eu sou paciente psiquiatrico e por esse motivo sou forçado a ouvir da psiquiatra que não curtir baladas é coisa de doente mental que merece ter uma dose de antipsicoticos aumentada. mas eu odeio todo tipo de vida social, merdamizades, barsinhos, baladas,, festas, shows, ODEIO TUDO. TENHO ÓDIO PELA HUMANIDADE.

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    1. cadê aquele seu chazinho de camomila, quentinho e misturado com aquele comprimidinho tarja preta que te deixa calminho, calminho?

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    2. Deixem o cara, rapaz.. O sentimento é dele e é nobre enxergar a espécie humana como a pior doença do mundo.

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    3. fiquem atentos que em breve vou abrir meu blog, é só eu me decepcionar denovo com a vida que irei abri-lo. esperem 1 ou alguns dias. ta no meu perfil mesmo.

      eu sou asceta headbanger que vivo no meu próprio mundo, naõ preciso de vida social, não sou fraco como voces. merdamizade é lixo e é pura falsidade.

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    4. se não precisa, o que vc está fazendo aqui, "headbanger"?

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  2. eu sou miserável e merdamigo ainda roubava trocados que tinha na minha carteira. pra que ter vida social e merdamizade? é melhro ser asceta e ficar em casa sozinho, ou ouvindo metal extremo, ou lendo livros e jogando games.

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  3. Concordo com o texto, nessas baladas tem essas mulheres meia boca mesmo, que se acham deusas, nem perco meu tempo frequentando esses lugares, mais existem esse tipo de mulher porque existem esses babacas que põe elas em um pedestal!

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